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Se
você não pode visitar a APAE pessoalmente, visite pela internet: Não perca a oportunidade de conhecer esse belíssimo trabalho!

A pessoa com deficiência quebra a cultura da indiferença. Tenha coragem de ser diferente.


Oficina Terapêutica Informática Educacional

Estamos postando fotos dos momentos da oficina terapêutica informática educacional.
Os alunos da APAE de Conselheiro Lafaiete tem a oportunidade de participar da inclusão digital por meio do uso de softwares educativos. A oficina acontece diariamente, sendo as atividades desenvolvidas pela terapeuta ocupacional Mariana Possas.
Vejam as fotos dos alunos nos momentos de aprendizado e divertimento.
Breve iremos postar mais matérias sobre as oficinas terapêuticas da APAE CL.








Páscoa

Alunos da Professora Dorinha em comemoração da Páscoa
Turno da Manhã






Verde Perto do Luxo ao Lixo

Dando continuidade ao Projeto Verde Perto do Luxo ao Lixo aconteceu a 4° etapa do primeiro módulo cujo tema são as “COISAS”, sua origem,utilização,reutilização e conservação. Recebemos a visita da ONG “ LESMA – Liga Ecológica Santa Matilde” que se destaca por realizar poesias e eventos culturais com a temática ambiental, no recital os instrumentos utilizados pelo grupo são basicamente confeccionados com material adaptado, em sua maioria produtos que seria descartados , torna-se reutilizados pela ONG em sua intervenções culturais, tudo isso mostra que as diversas COISAS inutilizadas pelos indivíduos podem ser reutilizadas para diversas finalidades.
A atividade foi realizada na quadra da escola com a participação de aproximadamente 40 alunos , o envolvimento dos alunos e motivação abrilhantou todo evento , principalmente a reutilização dos materiais utilizado pelo grupo Lesma.
Durante as intervenções diversas habilidades foram estimuladas, dentre elas a criatividade, desinibição e participação ativa dos alunos.
Agradecemos aos integrantes do LESMA por contribuir na construção processo de consciência ambiental dos alunos participantes do projeto.
Na próxima semana iniciaremos o segundo modulo cujo tema é o LUXO.
















Nota de Falecimento

Pequena estrelinha

Hoje o céu encontra-se em festa,

Mais uma estrelinha brilha no céu cintilante

E quando a saudade bater basta olhar para o céu e contemplar sua imensidão

Pequena Nicole,

Você veio a este mundo como uma lição de

superação e perseverança.

O seu brilho estará sempre presente em nossas vidas.

Iluminando e irradiando os nossos dias e noites.

Vai estrelinha, ilumine toda extensão do universo.




Assitam Nossos Videos!!!

Video: Oficina das Mães


Video: Estimulação Precoce


ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: QUANDO SOMOS ACESSÍVEIS?

por Ana Paula da Fonseca

Acessibilidade Atitudinal, nada mais é que a atitude pessoal de cada indivíduo. Aparentemente é algo simples, mas como veremos no texto abaixo, ela vai além do discursso, e por isso mesmo faz a diferença entre estarmos na sociedade como cidadãos que sonos, ou à margem dela, como cidadãos sem cidadania.


Como abordar um deficiente visual? É uma pergunta provocativa, mas essa é a intenção: “PROVOCAR”.

Se estiver em uma sala, onde também esteja presente um deficiente visual e precisar passar um recado, uma informação ou aviso pra ele, como você o faz?

A pergunta pode parecer estranha, mas tenho certeza que você parou para pensar antes de responder, digo isso por ter feito a mesma pergunta a muitas pessoas e todas, sem exceção, pararam para pensar no assunto.

Imaginemos uma situação comum...


O ambiente: nada mais comum que uma parada de ônibus, onde pessoas vêm e vão, vindas de todos os lugares e indo em direção à toda cidade e pelas mais diversas razões.

Lá está você, esperando por seu ônibus e eis que chega aquela figura com uma bengala na mão e se posta junto às outras pessoas.

O que você faz? Provavelmente se põe a observá-la, não é mesmo? O seu ônibus não chega e por isso, percebe que dois ônibus passam, e nenhum deles serve para aquela pessoa.

Como soube disso? Simples: a pessoa fez sinal para os ônibus, que pararam e abriram a porta, neste momento, você ouve o deficiente fazer uma pergunta para dentro do ônibus.

Você não ouviu a resposta, pois continua a uma certa distância do deficiente, a mesma em que estava quando ele chegou, mas pôde ouví-lo perfeitamente agradecendo e pôde vê-lo voltar o corpo à posição anterior.

Pensa com seus botões por quê o indivíduo fez aquele movimento de corpo e chega à conclusão de que o fez para poder ouvir a resposta à sua pergunta.

Bem, o que você tem de concreto até agora? Uma parada de ônibus, onde pessoas esperam por aquele que os levará ao seu destino, mas, entre elas está um deficiente visual.

Estranho? Incomum? Talvez nem tanto. O estranho e incomum é a situação em si, pois aquele indivíduo não enxerga e portanto não tem como saber se o veículo que se aproxima é um ônibus, e se for, não tem como saber se aquele é o ônibus que precisa pegar.

Volto a perguntar: o que você faz nessa situação: segue seu caminho ou se aproxima? Qual é a sua ATITUDE?

Lembra da pergunta do título deste texto: quando é que somos acessíveis? Se para a pergunta você respondeu: me aproximo do indivíduo com o propósito de auxiliá-lo, você teve ATITUDE.

A isso, nós damos o nome de ACESSIBILIDADE ATITUDINAL, ou seja, ATITUDE PESSOAL, que se traduz também como solidariedade.

Essa Acessibilidade, vai além do contato eventual em que acabei de descrever, ela pode estar presente em todos os ambientes: no trabalho e em ambientes públicos, como uma parada de ônibus, um bar, uma sala de espetáculos, um restaurante, etc.

Não bastasse isso ser uma questão de educação, solidariedade, ser humano e fraterno, é também uma questão de direito, pois a Lei de Acessibilidade, garante a todos que têm necessidades especiais, um tratamento digno e respeitoso.

Quando em um ambiente público a acessibilidade arquitetônica não corresponde ao que a lei determina e não por uma questão de cumprimento de lei, mas para garantir aquele que precisa, ter assegurada a sua dignidade e segurança, esse ambiente precisa suprir essa lacuna com a ACESSIBILIDADE ATITUDINAL.

Reforço porém, minha opinião pessoal de que essa Acessibilidade é, antes de mais nada, uma questão de educação e respeito por outro ser humano, independente dele ter ou não uma necessidade especial.

A quem cabe dar o primeiro passo?

Isso significa que aquele que necessita de Acessibilidade Atitudinal, também precisa compreender que muitas pessoas não sabem como se aproximar. Não sabem que no caso do nosso amigo, o correto seria que ele fosse tocado no ombro, ou na mão, e assim saber que estão falando com ele.

Mais uma vez, digo o que já foi dito, a INCLUSÃO é uma via de duas mãos, e é impossível acreditar que só o outro tem obrigações, ou que só o outro tem direitos, fazemos todos parte de uma mesma sociedade onde cada um tem seu papel a exercer.

Aos interessados pelo assunto, basta acessar em qualquer site de busca (lei de acessibilidade), lá encontrarão maiores detalhes sobre a lei, ou pode acessar este endereço: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L10098.htm.

Fonte: Movimento Livre

LOJAPAE

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