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Se
você não pode visitar a APAE pessoalmente, visite pela internet: Não perca a oportunidade de conhecer esse belíssimo trabalho!

A pessoa com deficiência quebra a cultura da indiferença. Tenha coragem de ser diferente.


Breve noticias sobre a quadrilha realizada na APAE de Lafaiete!

PROJETO VERDE PERTO “DO LUXO AO LIXO”

“O mundo torna-se cada vez mais um todo. Cada parte do mundo faz, mais e mais, parte do mundo e o mundo, como um todo, está cada vez mais presente em cada uma de suas partes.”
(Edgar Morin)


No 1º Módulo do Tema “A CASA”, convidamos os pais de nossos educandos para conscientizá-los a respeito do Projeto Verde Perto “DO LUXO AO LIXO”.
Para que essa consciência ambiental que está sendo implantada em nossos educandos seja satisfatória, é preciso que seus familiares também se envolvam na temática, levando todo esse aprendizado para suas casas. De forma que esse cuidado seja a partir do corpo nossa primeira casa, passando pelo espaço onde vivemos e saindo para o espaço global.
Cuidando dessa forma do corpo, da casa e do planeta.
A oficina transcorreu na seguinte forma:
Usamos o recurso do data show para mostrar aos pais todos os momentos do projeto, seus objetivos e resultados esperados.
Todo o projeto foi explicado passo a passo, oficina a oficina.
Mostramos a eles a importância de serem parceiros nesse momento, para que esse aprendizado se cristalize e continue dando resultado.
Ao serem questionados sobre mudança de comportamento e interesse na área, os pais responderam que seus filhos estão mais exigentes e interessados com as questões ambientais.
Nossos educandos também participaram da oficina de forma bem ativa, interagindo com seus familiares nos questionamentos.
Esta previsto para a próxima oficina aula pratica onde confeccionaremos a CARTILHA AMBIENTAL.

O MEIO AMBIENTE AGRADECE.


SELMA LUCIA DA SILVEIRA PEREIRA
GEOGRÁFA AMBIENTAL

DANIEL AUGUSTO FONSECA
TERAPEUTA OCUPACIONAL








11/06/2011 - APAES MINEIRAS LOTARAM A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PARA DEFENDER DIREITO À EDUCAÇÃO ESPECIAL

"Com participação ativa dos movimentos sociais representando as pessoas com deficiência, o Plano Nacional de Educação (PNE) foi objeto de debate em Audiência Pública realizada na sexta-feira, 10 de junho, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Organizado pela Comissão Especial, da Câmara dos Deputados, responsável por analisar o Projeto de Lei 8035/10, que trata do PNE, em parceria com a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia, a audiência foi presidida pelo Deputado Federal Eduardo Barbosa, membro titular da Comissão Especial, autor do requerimento para a realização do evento e presidente da Federação Nacional das Apaes.
De acordo com Eduardo Barbosa, o objetivo do encontro foi socializar a discussão do PNE por meio de plenárias populares em cada estado brasileiro. “O Plano definirá a política pública da área, do ensino infantil à educação superior, para os próximos 10 anos. Nada mais justo e democrático do que a escuta prévia dos anseios da sociedade sobre o assunto”, explicou.
O relator da Comissão Especial do PNE, Deputado Federal Ângelo Vanhoni, do Paraná, falou sobre a necessidade de se iniciar uma discussão conjunta que venha garantir um padrão mínimo de vencimentos para os profissionais da educação. Destacou, também, que a proposta contida no PNE é aumentar os atuais 5% do Produto Interno Bruto (PIB) que o Estado brasileiro investe na área para um valor mínimo de 7%.
Responsável em viabilizar a audiência de Minas Gerais, o presidente da Comissão de Educação da ALMG, Deputado Estadual Bosco, destacou a importância do debate por se tratar de tema que é um dos principais pilares de formação da sociedade.
Contando com a presença de convidados representando os diversos segmentos envolvidos com o tema, a audiência contou com a participação da Subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica, Raquel Elizabete Santos, que abordou os compromissos que deverão ser assumidos pelos gestores públicos. Por outro lado, o professor Jamil Cury, membro do Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Educação da PUC-MG, considerou que o avanço nas particularidades da educação passa pela melhoria das prioridades do todo que envolve a questão.
Os trabalhadores da educação foram representados pela Professora Beatriz Cerqueira, Coordenadora Geral do Sindicato único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE). Na sua apresentação ela enfatizou a necessidade de se discutir a qualificação profissional, os planos de carreira dos professores e a gestão democrática no sistema educacional. A presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação de Minas Gerias (Undime), Edna Gonçalves Amorim, cobrou uma definição do poder público quanto às competências na construção de uma política de inclusão escolar.
Após as participações das autoridades, a audiência pública foi aberta à plenária que manifestou a preocupação quanto às lacunas contidas no PNE. Principalmente, a exclusão das escolas especiais nas metas do PNE.
Para Maria das Graças, mãe de uma jovem autista, atendida na Apae de Belo Horizonte, as pessoas com deficiência ainda não possuem espaços livres para a expressão da sua individualidade. “A deficiência deve ser mostrada”, afirmou. O raciocínio foi reforçado na manifestação de Alisson da Silva Pinto, presidente da Apae de Florestal, ao destacar o papel da Associação no atendimento às necessidades de sua deficiência intelectual e promoção de sua socialização, autonomia e independência. Ele aproveitou o momento para entregar ao relator da comissão especial um abaixo assinado do movimento Apaeano de Minas Gerais contra a exclusão das escolas especiais.
Para a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), a meta 4 do PNE deve ser questionada porque em nenhum momento o Ministério da Educação considerou uma proposta de educação bilíngue para a população com deficiência auditiva.
Na opinião de Adnilson Marins, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), o Plano apresenta avanços, mas precisa ser melhorado. “A educação especial não é querer, é uma necessidade e um direito de todos. Fico entristecido quando me questionam sobre a segregação das escolas especiais. O que é segregação? Será que é respeitar o tempo e a condição de cada um? Respeitar a nossa dignidade, o nosso direito de escolha e da nossa família? O atendimento escolar aos estudantes com deficiência nas classes comuns não deve inviabilizar a educação especial. As duas modalidades são complementares”, concluiu.
Ao final dos trabalhos, o Deputado Federal Eduardo Barbosa agradeceu a participação das organizações sociais na audiência pública, acompanhando as metas e propostas que envolvem a política de educação. “As pessoas não estão mais dispostas a sustentar leis que não tenham efetividade ou diretrizes que estejam em confronto com os seus interesses e cidadania”, disse.

Membros da Comissão do PNE se encontraram com representantes do Governo de Minas

O Governador de Minas, Antonio Anastasia, ao lado da Secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, recebeu parlamentares membros da Comissão Especial do PNE para discutir as metas do Plano, após a audiência pública.
Durante o encontro com o Governador, os deputados Eduardo Barbosa, Angelo Vanhoni e Gilmar Machado discutiram as metas contidas no Plano e os impactos para os entes federados. O Governador ressaltou, na ocasião, que em seu último encontro com o Ministro da Educação, Fernando Haddad, sugeriu que as dívidas dos Estados com a União constituíssem um fundo educacional. Dessa forma, o valor pago retornaria aos próprios Estados para ser investido em educação.
O Governador, assim como a Secretária de Educação, se colocaram à disposição para colaborar nas discussões sobre o PNE com o levantamento de informações relativas à educação mineira. Além disso, foram apresentadas algumas ações do Governo de Minas na área da educação, como o Programa de Ensino Profissional (PEP) e o Poupança Jovem. Os parlamentares também conheceram o Plano Decenal de Educação de Minas, aprovado em janeiro deste ano.
O Plano Nacional de Educação estabelece prioridades, diretrizes, metas e estratégias para a educação no país. São vinte metas a serem cumpridas no próximo decênio - entre 2011 e 2020. Entre as principais metas estão a universalização da educação e a melhoria da qualidade do ensino.

Com informações da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Educação de Minas Gerais."


Fonte: Site oficial - Deputado Federal Eduardo Barbosa

CURSO UNIAPAE-MG: ADMINISTRAÇÃO DE OPORTUNIDADES IGUAIS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MERCADO DE TRABALHO: GUIA PRÁTICO PARA EMPRESAS


DATA: 14 DE JULHO DE 2011

HORÁRIO: 8H30 ÀS 17H30

LOCAL: APAE-BH

MINISTRANTES

Darci Fioravante Barbosa

Fisioterapeuta e Secretária Executiva da Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais (FEAPAES-MG). Superintendente da Apae de Belo Horizonte.

Marli Helena Duarte Silva

Especialista em Educação Especial e Psicopedagogia, Pedagoga. Coordenadora Estadual do Núcleo de Trabalho Emprego e Renda da Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais (FEAPAES-MG).

Sérgio Sampaio

Mestre em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Economista e Presidente da Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais (FEAPAES-MG). Presidente da Apae de Belo Horizonte.

Objetivo

Preparar os profissionais de recursos humanos das empresas no processo de gestão de pessoas com deficiência intelectual no mercado de trabalho.


Público alvo

Profissionais envolvidos na gestão de recursos humanos.

Investimento

R$ 200,00 (duzentos reais), incluído o material de apoio, almoço e coffe-break.

Não estão incluídas despesas de hospedagem, nem transporte.

Número de vagas: 40

Mais informações: www.uniapaemg.or.br


Fonte: Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais


PROJETO VERDE PERTO

“DO LUXO AO LIXO”

Recebemos no dia 13 de junho de 2011 para a 4ª oficina do Tema o “LIXO” a visita técnica da funcionária da COPASA, Sra. Liliam Rezende da Silva que dentro do tema “O LIXO” falou sobre o descarte de óleo usado nas redes de esgoto e cursos d’ água.

Esse lixo que é o óleo de cozinha usado, quando descartado no chão ou na rede de água contamina os rios, mas se esse óleo for coletado corretamente e enviado para reciclagem gera renda e não polui.

Na reciclagem o óleo de cozinha pode se transformar em sabão liquido, sabão em pó, sabão em barra e biocombustivel.

Portanto quando o óleo de cozinha já tiver sido usado várias vezes, o que fazer com esse óleo? Então, ao invés de jogá-lo pelo ralo da pia, existem algumas formas mais sustentáveis de descarte, já que um único litro de óleo descartado de forma incorreta polui até 25 litros de água.

Se você ainda tem o hábito de jogar o óleo de cozinha pelo ralo da pia, ajude a mudar essa realidade. Armazene-o em garrafas e procure postos de coleta.

A técnica da COPASA Sra. Liliam ensinou nossos educandos a armazenar o óleo usado em garrafas pet, bem fechadas, para não atrair moscas, ratos e baratas e trazer para o coletor que ficou na APAE. Por sua vez a APAE levará para o posto de coleta da COPASA.

Portanto fica aqui nossa dica: óleo jogado na pia dá prejuízo e compromete o meio ambiente.

O meio ambiente agradece!

SELMA LÚCIA DA SILVEIRA PEREIRA

GEÓGRAFA AMBIENTAL

DANIEL AUGUSTO FONSECA

TERAPEUTA OCUPACIONAL








Breve novas materias

  • Mobilização das APAE´s na Assembleia em BH- Com a participação de profissionais da APAE -CL
  • Intervenções do Projeto Verde Perto do Luxo ao Lixo
  • Quadrilha da APAE
  • Novos videos das atividades da EQUOAPAE - setor equoterapia
  • Panorama Projetos Inscritos no XXIV CONGRESSO NACIONAL DAS APAES em Belém do Pará
Aguardem!

IV Noite de Caldos da APAE - Participem- Comprem seus convites com os funcionários da APAE

Autismo na mídia

Recentemente, escutamos na mídia, um assunto pouco falado, pouco conhecido- o autismo-a não ser por aqueles que estão diretamente envolvidos como pais e profissionais da saúde e educação. Primeiro, no início do mês de abril, vimos comemorações no Brasil e no mundo pelo dia 02 de abril, dia este escolhido pelas Nações Unidas como Dia Mundial de Conscientização do Autismo. No Brasil,a estátua da Justiça, na fachada do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro,ganharam iluminação azul. Nos EUA, todos os anos, a residência oficial do Presidente dos Estados Unidos é Casa Azul do dia 1º a 2 de abril e em Portugal, duas cidades associaram-se ao evento, escolhendo os dois monumentos com maior simbolismo: o Cristo-Rei e a Torre dos Clérigos, que vão emitir raios de luz para a consciência.

A importância desta comemoração é reafirmar o compromisso das famílias, do governo e da sociedade em lutar pela promoção da inclusão e defesa de direitos fundamentais, como saúde, educação, lazer, liberdade, respeito pelo lar e pela família para os autistas. É fazer com que as pessoas conheçam o que é o autismo e desmistifiquem o transtorno. É satisfatório saber que a luta não são de poucos, mas de muitas pessoas espalhadas no mundo todo...

Infelizmente, no mesmo mês tivemos mais dois episódios em que o autismo volta à mídia, mas não de uma maneira consciente e de respeito aos autistas. Uma falsa psicóloga, renomada na área, atuante há 12 anos no Rio de janeiro, que se intitulava analista do comportamento, “vendia” o tratamento “ABA” e junto à esperança a muitos pais. ABA é um termo que se refere à Análise do Comportamento Aplicada- uma ciência – que utiliza técnicas para tratamento não só de autistas; e deve ser aplicado por profissionais com formação para tal. Em seguida veio à tona, um programa exibido desde março, na MTV intitulado “Casa dos Autistas” tratando de forma preconceituosa e irresponsável um tema complexo e delicado. O programa reforçava um estereótipo irreal que desinforma e prejudica o trabalho de milhares de pessoas que lutam pela integração e a convivência de quem possui autismo ou qualquer outro tipo de transtorno mental na sociedade.

Essas informações nos levam a pensar o quanto temos que trabalhar ainda para a conscientização da sociedade sobre autismo e transtornos mentais em geral e quanto os pais devem se preocupar na hora de entregar seus filhos para tratamento. Conhecer o transtorno é importante para dialogar com os profissionais e não se deixar iludir. É importante que se certifiquem da formação e experiência do profissional e fiquem atentos aos comportamentos do filho que mostrará os resultados de qualquer tratamento.

Juliana Campos de Jesus

Psicóloga

Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento Humano da UFMG

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