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Se
você não pode visitar a APAE pessoalmente, visite pela internet: Não perca a oportunidade de conhecer esse belíssimo trabalho!

A pessoa com deficiência quebra a cultura da indiferença. Tenha coragem de ser diferente.


Projetos Aprovados para Apresentação no XXIV Congresso Nacional das APAE - Novembro/2011 Em Belém do Para

ORAL

Projeto Verde Perto do Luxo ao lixo

Selma Lucia da Silveira Pereira e Daniel Augusto Fonseca

ORAL

A conquista na alfabetização: idéias e experimentações.

Fatima Marinho Gomes,Daniela Santuza Martins e Claudia Correa

ORAL

BrilhAPAE - Oficina Profissionalizante de Materiais de Limpeza -

Daniela Santuza Martins e Daniel Augusto

ORAL

Implantação do Método TEACCH (Treatment and Education of Autistic and related Communication-handicapped Children): Analise do Comportamento em uma abordagem interdisciplinar.

Daniel A. Fonseca e Juliana Campos de Jesus

POSTER

Dança Sênior numa intervenção interdisciplinar na APAE de Conselheiro Lafaiete

Daniel A. Fonseca e Valeria Neiva

Vídeos

Projeto Comunique

Projeto Dança Sênior

Papel Reciclado

Congresso Nacional das Apaes


Faltam apenas duas semana para o XXIV Congresso Nacional das APAE em Belem do Para.
A APAE de Conselheiro Lafaiete irá apresentar 4 projetos na modalidade comunicação oral e projeto na modalidade poster.
Breve postarei novas matérias relatando os projetos que serão apresentados no congresso.
Abraços com carinho.
Continuem acessando nosso blog
O Congresso Nacional das Apaes, marcado para o período de 6 a 9 de novembro, em Belém do Pará, reunirá todo o movimento apaeano do país para importante capacitação e troca de experiências. O evento conta com palestrantes altamente qualificados, oferecerá o Prêmio Stanislau Krynsky, além do sorteio da Uniapae de 50 vagas de cursos a distância aos participantes. Os eixos do congresso são:
Eixo 1 - DESENVOLVIMENTO HUMANO NO CONTEXTO SOCIOCULTURAL
Eixo 2 - APRENDIZAGEM PARA TODA A VIDA
Eixo 3 - FUNCIONALIDADE HUMANA
Eixo 4 - FORTALECIMENTO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E AS POLÍTICAS DE ESTADO
É muito importante que as Apaes participem desse momento nacional de renovação das metas, capacitação e confraternização. Participe você também!
Coordenação Motora


Exemplo de atividade para trabalhar a coordenação motora da criança

Nosso cérebro manda informações às partes de nosso corpo, e a capacidade que o corpo tem de desenvolver aquele movimento nós chamamos de coordenação motora. Pular, correr, andar, saltar ou realizar tarefas que exijam maior habilidade, como pegar em um lápis, bordar, desenhar, recortar, tudo isso exige de nós coordenação motora. A coordenação motora nos permite realizar os mais diversos movimentos coordenados. Na coordenação motora ocorre participação de alguns sistemas do corpo humano, como sistema muscular, sistema esquelético e sistema sensorial. Com a interação desses sistemas obtêm-se reações e ações equilibradas. A velocidade e a agilidade com que a pessoa responde a certos estímulos medem a sua capacidade motora.

Podemos classificar a coordenação motora de duas maneiras: coordenação motora grossa e a coordenação motora fina.

Na coordenação motora grossa verificamos o uso de grupos de músculos maiores e o desenvolvimento de habilidades como correr, pular, chutar, subir e descer escadas, que podem ser desenvolvidas a partir de um plano sistemático de exercícios e atividades esportivas. Quando se tem déficit nessas habilidades, verificamos dificuldades, por parte principalmente de crianças, em praticar atividades esportivas, o que acaba gerando baixa autoestima.

Na coordenação motora fina verificamos o uso de músculos pequenos, como das mãos e dos pés. Ao desenhar, pintar, manusear pequenos objetos, a criança realiza movimentos mais precisos, delicados, e desenvolve habilidades que a acompanharão por toda a vida.

É possível observar a coordenação motora de um indivíduo desde pequeno. A criança responde aos estímulos de várias formas e cabe ao professor, nas primeiras séries, trabalhar a motricidade da criança. Ao aprender a pintar dentro de espaços delimitados a criança já começa a desenvolver sua coordenação, à medida que ela for sendo alfabetizada, aumentará a sua capacidade motora.

Mas não é somente em crianças que se desenvolve a motricidade. Em pessoas idosas ou pessoas que tenham certas limitações físicas, também é preciso trabalhar a coordenação motora. Com o auxílio do profissional a pessoa desenvolve os grupos musculares e exercita o cérebro, para conseguir manter o equilíbrio e realizar atividades que requerem movimentos precisos, fortes e rápidos.

Por Paula Louredo
Graduada em Biologia

http://www.brasilescola.com/biologia/coordenacao-motora.htm



Acessibilidade Atitudinal: Quando Somos Acessíveis?


Iniciando descrição da imagem...Imagem no estilo desenho, mostra no centro um ponto de ônibus. A esquerda há um deficiente visual e a sua direita um vidente. Sobre o deficiente visual está escrito

Acessibilidade Atitudinal, nada mais é que a atitude pessoal de cada indivíduo. Aparentemente é algo simples, mas como veremos no texto abaixo, ela vai além do discursso, e por isso mesmo faz a diferença entre estarmos na sociedade como cidadãos que sonos, ou à margem dela, como cidadãos sem cidadania.

Como abordar um deficiente visual? É uma pergunta provocativa, mas essa é a intenção: “PROVOCAR”.

Se estiver em uma sala, onde também esteja presente um deficiente visual e precisar passar um recado, uma informação ou aviso pra ele, como você o faz?

A pergunta pode parecer estranha, mas tenho certeza que você parou para pensar antes de responder, digo isso por ter feito a mesma pergunta a muitas pessoas e todas, sem exceção, pararam para pensar no assunto.

Imaginemos uma situação comum...

O ambiente: nada mais comum que uma parada de ônibus, onde pessoas vêm e vão, vindas de todos os lugares e indo em direção à toda cidade e pelas mais diversas razões.

Lá está você, esperando por seu ônibus e eis que chega aquela figura com uma bengala na mão e se posta junto às outras pessoas.

O que você faz? Provavelmente se põe a observá-la, não é mesmo? O seu ônibus não chega e por isso, percebe que dois ônibus passam, e nenhum deles serve para aquela pessoa.

Como soube disso? Simples: a pessoa fez sinal para os ônibus, que pararam e abriram a porta, neste momento, você ouve o deficiente fazer uma pergunta para dentro do ônibus.

Você não ouviu a resposta, pois continua a uma certa distância do deficiente, a mesma em que estava quando ele chegou, mas pôde ouví-lo perfeitamente agradecendo e pôde vê-lo voltar o corpo à posição anterior.

Pensa com seus botões por quê o indivíduo fez aquele movimento de corpo e chega à conclusão de que o fez para poder ouvir a resposta à sua pergunta.

Bem, o que você tem de concreto até agora? Uma parada de ônibus, onde pessoas esperam por aquele que os levará ao seu destino, mas, entre elas está um deficiente visual.

Estranho? Incomum? Talvez nem tanto. O estranho e incomum é a situação em si, pois aquele indivíduo não enxerga e portanto não tem como saber se o veículo que se aproxima é um ônibus, e se for, não tem como saber se aquele é o ônibus que precisa pegar.

Volto a perguntar: o que você faz nessa situação: segue seu caminho ou se aproxima? Qual é a sua ATITUDE?

Lembra da pergunta do título deste texto: quando é que somos acessíveis? Se para a pergunta você respondeu: me aproximo do indivíduo com o propósito de auxiliá-lo, você teve ATITUDE.

A isso, nós damos o nome de ACESSIBILIDADE ATITUDINAL, ou seja, ATITUDE PESSOAL, que se traduz também como solidariedade.

Essa Acessibilidade, vai além do contato eventual em que acabei de descrever, ela pode estar presente em todos os ambientes: no trabalho e em ambientes públicos, como uma parada de ônibus, um bar, uma sala de espetáculos, um restaurante, etc.

Não bastasse isso ser uma questão de educação, solidariedade, ser humano e fraterno, é também uma questão de direito, pois a Lei de Acessibilidade, garante a todos que têm necessidades especiais, um tratamento digno e respeitoso.

Quando em um ambiente público a acessibilidade arquitetônica não corresponde ao que a lei determina e não por uma questão de cumprimento de lei, mas para garantir aquele que precisa, ter assegurada a sua dignidade e segurança, esse ambiente precisa suprir essa lacuna com a ACESSIBILIDADE ATITUDINAL.

Reforço porém, minha opinião pessoal de que essa Acessibilidade é, antes de mais nada, uma questão de educação e respeito por outro ser humano, independente dele ter ou não uma necessidade especial.

A quem cabe dar o primeiro passo?

Isso significa que aquele que necessita de Acessibilidade Atitudinal, também precisa compreender que muitas pessoas não sabem como se aproximar. Não sabem que no caso do nosso amigo, o correto seria que ele fosse tocado no ombro, ou na mão, e assim saber que estão falando com ele.

Mais uma vez, digo o que já foi dito, a INCLUSÃO é uma via de duas mãos, e é impossível acreditar que só o outro tem obrigações, ou que só o outro tem direitos, fazemos todos parte de uma mesma sociedade onde cada um tem seu papel a exercer.

Aos interessados pelo assunto, basta acessar em qualquer site de busca (lei de acessibilidade), lá encontrarão maiores detalhes sobre a lei, ou pode acessar este endereço:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L10098.htm

Se preferir, junte-se a nós do Movimento Livre e reflita conosco sobre o assunto agora mesmo.



Publicado em 09/10/2010 por Irene de Barros Pereira em Acessibilidade

Turma do Foguinho

No dia 16 de setembro, a convite da SEMEDE(Secretaria Municipal de Educação) os alunos da APAE foram assistir a peça " Não Brinque com o Fogo" Teatro de Bonecos- Turma do Foguinho apresentada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.
O Objetivo dessa apresentação foi orientar e transmitir aos alunos, através da arte, a prevenção contra queimadas no foco da preservação ambiental.
Sabemos que as queimadas causam grandes danos ao meio ambiente,afetando também a vida do ser humano.
Estas destroem grandes áreas de preservação ambiental afetando assim a flora e fauna.
Graves acidentes rodoviários também são causados pelas queimadas, devido a fumaça provocada por esse ato infracioanrio.
ficamos felizes pelo convite, os alunos da APAE estiveram atento durante toda a apresentação, tornando desta forma agentes na preservação do ambiente.
O Meio Ambiente Agradece

Selma Lucia Pereira Silveira












FESTA DA PRIMAVERA

Aconteceu no dia 30 de setembro a Tradicional Festa da Primavera da APAE de Conselheiro Lafaiete.

Foi uma tarde contagiosa, onde os nossos queridos alunos desfilaram lindamente.

Parabéns a todos que empenharam para que que este evento pudesse acontecer.

Fica um agradecimento especial aos pais que sempre participam dos eventos realizados aqui em nossa instituição.

Abaixo segue fotos!!!
Confiram!!
















SIMPÓSIO COMO SUPERAR A DEFICIÊNCIA - PROMOÇÃO DA FACULDADE DE MEDICINA DA UFMG, CENEX-MEDICINA, APAE, FAMÍLIA DOWN, APUBH

Simpósio: “Como Superar a Deficiência”

Promoção: Faculdade de Medicina da UFMG (FM-UFMG), Cenex-Medicina, APAE, Família Down, APUBH

Coordenadores: Prof. Mauro Ivan Salgado – Depto de Cirurgia da FM-UFMG

Profa. Eugênia Ribeiro Valadares - Depto de Propedêutica da FM-UFMG

Data: 08/10/2011

Local: Salão Nobre da Faculdade de Medicina da UFMG.

No vagas: 450 TELEFONE PARA CONTATO: Fundep: (31) 34094220

Inscrições na página da Fundep: www.medicina.ufmg.br/cenex ou

http://www.cursoseeventos.ufmg.br/CAE/DetalharCae.aspx?CAE=5016

telefone da Fundep: (31) 34094220

Apresentação e Justificativa:

As pessoas com deficiência enfrentam graves dificuldades na saúde, educação e também para adquirir autonomia e formação profissional que possibilitem a oportunidade de trabalho. No Brasil esta é a realidade do dia a dia. Felizmente, existem inúmeros exemplos de superação da deficiência que serão mostrados neste Simpósio para sensibilizar a comunidade para atender às necessidades especiais das pessoas com deficiência e da possibilidade real de se alcançar progressos pessoais vencendo barreiras.

Objetivos Gerais:

Expor barreiras encontradas pelos deficientes e como superá-las.

Objetivos específicos:

Ampliar a visão e o contato entre os deficientes.

Apresentar possibilidades de trabalho para deficientes.

Metodologia:

Aulas temáticas sobre deficiências e relatos individuais e de associações de superação da deficiência.

Público-alvo:

Pessoas com deficiências, familiares, cuidadores, profissionais e demais interessados.

Formas de avaliação da extensão:

Questionário de avaliação ao término do curso para os participantes.


Simpósio: "Como superar a deficiência"

Data: dia 08/10/2011, sábado

Local: Salão Nobre da Faculdade de Medicina da UFMG

Programação:

8:00 Abertura

8:10 Musicoterapia - Simone Pressotti Tibúrcio

8:30 Nanismo - Eugênia Ribeiro Valadares-UFMG e Rosane F.Ribeiro de Oliveira

9:00 Visão subnormal - Luciene Fernandes-UFMG e Marília Furbino Brettas Lana

9:30 Surdez - Beatriz Fagundes Pedrosa-H Otorrino e Maria Regina F. Tavares Pais

10:00 Intervalo

10:30 Autismo - André Vinicius Soares Barbosa-FHEMIG e Maria Helena Roscoe

11:00 Doença de Parkinson - Lyster Dabien Haddad-H. Felício Rocho e João Batista Santos

11:30 Síndrome de Down - Letícia Leão-HC-UFMG e Luzia Paulina Silva Zolini

12:00 almoço

14:00 Políticas para pessoas com deficiência –Eduardo Barbosa-FENAPAE, Deputado Federal

14:20 Arquitetura de uma sociedade inclusiva – Marcelo Pinto Guimarães-UFMG

14:40 Trabalho e eficiência - Ana Lúcia de Oliveira-CAAD

15:00 Educação em casa – Ana Regina de Carvalho-SEE - MG

15:20 Heloíza do teclado

15:30 Superação emocional da deficiência – Pedro Américo de Souza-UFMG

16:00 Intervalo

16:30 Atendimento odontomédico domiciliar – Mauro Ivan Salgado-UFMG

16:50 Turismo na superação da deficiência - Márcia Lousada-UFMG

17:10 Fé e superação - João Leite (Deputado Estadual)

18:00 Encerramento: Dudu do cavaquinho e grupo de dança do ventre


Fonte: Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais

Dica de Site

Por : Juliana Campos de Jesus


Psicóloga
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Minas Gerais


http://www.dominiopublico.gov.br


O "Portal Domínio Público", propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores - Internet - uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.

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